Agência da ONU para Drogas e Crime (UNODC) traz más notícias para o Brasil sobre um aumento no consumo de drogas ilícitas.

Cocaina

Ao contrário das tendências de estabilização mundial, o consumo de cocaína e o de maconha aumentaram em 2006 no país. No Brasil, o uso de cocaína aumentou de 0,4% em 2001 para 0,7% da população entre 15 e 64 anos em 2005 correspondente a 860 mil pessoas, segundo o documento da ONU. Na América do Sul, sete países registraram aumento no uso de maconha em 2005, e só um registrou queda no consumo. A ONU afirma que o crescimento do uso da droga no Brasil foi o principal fator para a elevação da taxa de consumo na América do Sul. Mas a cocaína não é a única droga que registrou aumento no consumo entre os brasileiros: a maconha, droga mais consumida no mundo, também cresceu. Apesar de o uso da maconha ter crescido em sete países da América do Sul, o aumento mais importante foi no Brasil. 

maconha

Para a UNODC, este crescimento reflete a provável facilidade de se obter maconha vinda do Paraguai. O relatório destaca que o Brasil não tem produção própria suficiente para suprir a demanda pela maconha, o que explica os grandes volumes trazidos do Paraguai. A ONU estima que 158,8 milhões de pessoas, ou 3,8% da população entre 15 e 64 anos, consuma drogas feitas com cannabis (maconha e haxixe) no mundo.  Na América do Sul, há 6,7 milhões de usuários, número bem menor do que na América do Norte, com quase 31 milhões de consumidores. O Brasil é também o maior mercado de derivados de ópio (como a heroína) na América do Sul.

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Dependência química e o consumo de drogas

A dependência química é uma síndrome caracterizada pela perda do controle do uso de determinada substância psicoativa. Os agentes psicoativos atuam sobre o sistema nervoso central, provocando sintomas psíquicos e estimulando o consumo repetido dessa substância. A dependência química é uma síndrome caracterizada pela perda do controle do uso de determinada substância psicoativa. Os agentes psicoativos atuam sobre o sistema nervoso central, provocando sintomas psíquicos e estimulando o consumo repetido dessa substância.As drogas acionam o sistema de recompensa do cérebro, uma área encarregada de receber estímulos de prazer e transmitir essa sensação para o corpo todo. Isso vale para todos os tipos de prazer – temperatura agradável, emoção gratificante, alimentação, sexo  e desempenha função importante para a preservação da espécie.

Evolutivamente o homem criou essa área de recompensa e é nela que as drogas interferem. Por uma espécie de curto circuito, elas provocam uma ilusão química de prazer que induz a pessoa a repetir seu uso compulsivamente. Com a repetição do consumo, perdem o significado todas as fontes naturais de prazer e só interessa o prazer imediato propiciado pela droga, mesmo que isso comprometa e ameace sua vida. Como explica a psicóloga Sabrina Sartori nesta entrevista.

 A dependência química é uma das doenças psiquiátricas mais freqüentes da atualidade. No caso do cigarro, de 25% a 35% dos adultos dependem da nicotina. A prevalência da dependência de álcool no Brasil é de 17,1% entre os homens e de 5,7% entre as mulheres, segundo o 1o Levantamento Domiciliar Sobre o Uso de Drogas Psicotrópicas no país, realizado em 2001 pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). O estudo revelou que quase 20% dos entrevistados já haviam experimentado alguma droga que não álcool ou tabaco. Entre elas, destacaram-se a maconha (6,9%), os solventes (5,8%) e a cocaína (2,3%). Na região sul do país, segundo os dados do Observatório Brasileiro de informações sobre drogas (Obid), existem aproximadamente 833 mil usuários de drogas ilícitas. Das quais 544 são usuários de maconha, que é a mais consumida.

Pauta: Dependencias quimicas – drogas e remedios

  • Focos de consumo no RS questão de drogas
  • Nas rodovias federais: aprensão de materias nas rodovias (BRs) do Sul
  • Conversa com profissionais : assistente social e psicologa e/ou psicanalista
  • Trajetoria de uma pessoa viciada (drogas e/ou remedios), depoimentos
  • O aumentando da dependencia, tratamentos especializados e especificos
  • Que fatores influenciam a dependencia e o aumento do vicio
  • Relação com trafico, cursos e prevenções
  • O drama da familia de quem já passou ou passa situações de dependentes
  • Conversa com farmacias

Magis Virtual

Para a geração web, ela é essencial. Lançada junto a edição impressa, a versão online da revista Magis, publicada pela Unisinos, exibe uma nova proposta de layout para a leitura online. Aproveitando a versão em papel como base,  sua disposição no visualizador permite um passeio pela página através da rolagem do mouse com efeitos 3d.

A disposição das páginas lado a lado compõe um conjunto de imagens que  facilita a busca pelas matérias. Embora um pouco pesada e de difícil domínio, a revista preserva exatamente o mesmo conteúdo da versão impressa.

A possibilidade  do acesso online a conteúdo completo da revista é de grande importância como fonte de informação de cunho acadêmico. Já que um número cada vez maior de universitários busca se manter informado através da web.

O jornalista e designer gráfico Marcelo Garcia, avalia nesta entrevista  a proposta virtual da revista. 

Bus de papel.

Subida do dólar é de 5% e supera R$ 2,30

O dólar voltou a registrar uma forte alta hoje, em um pregão marcado pela volatilidade. Após subir 7,5% na véspera, a divisa alternou altas e baixas ao longo da manhã até estabelecer tendência de valorização durante a tarde.

Ao final das negociações, a moeda americana teve alta de 5,05%, cotada a R$ 2,31, maior patamar de fechamento desde 31 de maio de 2006. Nem mesmo as intervenções do Banco Central no mercado – a instituição promoveu dois leilões de “swap” durante o dia – foram capazes de segurar evitar a subida do dólar frente ao real.

Durante o dia, a moeda reagiu a uma série de influências. Do lado positivo, pesaram o acordo conjunto das autoridades da União Européia (UE), que anunciaram que irão garantir os empréstimos bancários, e a ação do Federal Reserve (Fed, banco central americano), que anunciou que adquirirá grandes quantias de dívida de curto prazo para reativar os mercados financeiros.

Pelo lado negativo, ficou o pessimismo expressado pelo presidente do Federal Reserve (Fed), Ben Bernanke, sobre as perspectivas para a economia e para o mercado financeiro. Bernanke avaliou que, analisando os dados mais recentes, a perspectiva econômica do país piorou.

Os riscos que pesam sobre o crescimento aumentaram”, declarou ele em discurso pronunciado para economistas de empresa da National Association for Business Economics, reunidos em Washington. O presidente do Fed sinalizou, no entanto, para um possível corte na taxa de juros do país.

Brasil não será vítima das crises internacionais

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva pediu hoje em Manaus, onde participou de uma reunião com os presidentes Hugo Chávez (Venezuela), Rafael Corrêa (Equador) e Evo Morales (Bolívia), que os brasileiros continuem acreditando no país e disse que, o Brasil não será vítima das crises internacionais. Nesta segunda feira, o congresso dos Estados Unidos rejeitou o plano de US$ 700 bilhões de ajuda ao sistema financeiro do país, o que derrubou as bolsas de todo o mundo.

Lula admitiu que o Brasil não está imune aos problemas da economia americana, embora afirme que o país está melhor preparado para enfrentar a situação. E disse também que espera que os norte-americanos resolvam logo seus problemas.

Embora tenha se mostrado solidário com os americanos, ciente de que mais de 340 mil familias perderam suas casas, disse que está torcendo é para que o governo, o Congresso, os empresários e o povo americano encontrem uma saída. E que as eleições não atrapalhem as decisões para que a crise não aprofunde os problemas em outros países.

“Nós aqui estamos numa situação muito mais tranqüila. Não que não corramos risco. Podemos correr porque uma recessão em caráter mundial traz riscos para nós. Mas estamos mais sólidos e precavidos”,argumentou o presidente.

Segundo Lula, a crise é “muito séria e profunda”, mas o governo não permitirá a falta de crédito para obras e empresas.

“Certamente é uma das maiores crises econômicas que o mundo já viu. A diferença é que nas crises que houveram há 10 ou 15 anos, nossos países estavam muito frágeis.”concluiu.

Sobe para quatro o número de vítimas em incêndio na Petrobras

Fonte: G1

Unidade está situada no município de São Miguel dos Campos (AL) e a Petrobras já instalou sindicância para apurar as causas do acidente.

Após confirmadas duas mortes, subiu para quatro o número de pessoas que morreram em um incêndio na Estação de Tratamento de Óleo de Furado da Petrobras, localizada no município de São Miguel dos Campos (AL), nesta terça-feira (23) onde os bombeiros tentam controlar o fogo na tubulação. O local foi interditado por medida de segurança.A empresa ainda não divulgou informações sobre as vítimas.Por meio de nota, a Petrobras informou que o acidente foi provocado por uma explosão em uma tubulação de gás natural. A unidade tem uma das maiores jazidas de gás do estado.A Petrobras já instalou sindicância para apurar as causas do acidente e notificou oficialmente os órgãos competentes.

Crise dos EUA derruba mercados e Bovespa fecha em queda de 3,78%

Fonte: Folha Online

A aparente resistência do Congresso americano em aprovar o pacote anti-crise da Casa Branca mexeu com “os nervos” do mercado financeiro nesta terça-feira. Acompanhando a derrocada das Bolsas internacionais, a Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) voltou a despencar enquanto o câmbio cravou R$ 1,83.

O “termômetro” da Bolsa, o Ibovespa, cedeu 3,78% no fechamento e retraiu para os 49.593 pontos. O giro financeiro foi de R$ 5,34 bilhões.

As ações líderes da Bolsa foram pesadamente castigadas, junto com os papéis do setor siderúrgico. A ação preferencial da Petrobras retrocedeu 4,72%, enquanto a a ação da Vale aiu 5,44%. No rol das siderúrgicas, a ação da Usiminas sofreu queda de 5,86% e da CSN, de 6,94%. No topo das perdas, a ação da JBS (frigorífico) amargou baixa de 8,17%.

O dólar comercial foi cotado a R$ 1,831, em alta de 2,17%. A taxa de risco-país marca 283 pontos, número estável sobre a pontuação anterior.

As Bolsas européias concluíram os negócios em baixa, a exemplo de Londres (declínio de 1,91%) e Frankfurt (baixa de 0,64%). Referência global para o mercado de ações, a Bolsa de Nova York oscilou bastante durante o pregão, mas não resistiu ao pessimismo dos investidores sobre a crise, fechando em baixa de 1,47%.

Prazo curto e dúvidas

O mercado permanece em suspense, ainda com incertezas sobre a eficácia do pacote de ajuda financeira para deter os piores desdobramentos da crise dos créditos “subprime”. A Casa Branca quer constituir um fundo, orçado em US$ 700 bilhões, para absorver os créditos problemáticos nas carteiras dos bancos e que geram a crise de confiança no sistema bancário e a paralisia no circuito de crédito.

Há dúvidas, no entanto, sobre o montante dos recursos disponíveis face à dimensão dos créditos problemáticos, sem esquecer dos custos para as contas públicas.

O calendário legislativo também preocupa investidores e analistas. O Congresso tem pouco tempo para avaliar o pacote da Casa Branca. Os parlamentares americanos não contribuíram para acalmar os mercados. Hoje, o senador democrata e presidente do Comitê de Bancos do Senado, Christopher Dodd, afirmou que “o [documento contendo o plano bilionário] que eles nos enviaram não é aceitável”.

“O pacote não parece ser suficiente para acalmar os mercados. Mas acho que a desconfiança não é tanto de ordem quantitativa [os recursos são volumosos], mas de ordem qualitativa. A questão é que o problema não está mais restrito aos EUA e já tomou proporções mundiais. Para ficar tranquilo, o mercado esperava que outros países, as outras economias centrais, também concordassem com o plano e fizessem algum compromisso para manter a estabilidade do sistema”, avalia Alcides Leite, economista da Trevisan Escola de Negócios.

Recessão

Hoje, Henry Paulson, secretário do Tesouro dos EUA, e Ben Bernanke, titular do banco central americano, fizeram um apelo ao Congresso para que os legisladores aprovem com rapidez as medidas. “Os mercados financeiros estão em condição frágil e acredito que, na ausência de um plano, eles fiquem em situação pior”, disse Bernanke.

“Acredito que se os mercados de crédito não estiverem funcionando, empregos serão perdidos, nossa taxa de crédito vai aumentar, mais despejos vão ocorrer, o PIB [Produto Interno Bruto] vai contrair e a economia não vai conseguir se recuperar de um modo normal, saudável”, acrescentou ele.

E o presidente George W. Bush declarou que seu governo “está trabalhando para aprovar esta estratégia [o pacote] e que é preciso “agir com a urgência que a crise precisa”. “Precisamos trabalhar em termos de metas e nos mantermos firmes em relação às nossas propostas”, disse ele, em discurso na 63ª Assembléia Geral da ONU (Organização das Nações Unidas).

Cena doméstica

No front doméstico, o Banco Central revelou que sua previsão para o déficit em transações correntes de US$ 28,8 bilhões para este ano, uma piora em relação à estimativa anterior, de US$ 21 bilhões. Trata-se da pior cifra em dez anos.

Somente em agosto, as transações correntes do Brasil com o exterior, importante indicador que mede a vulnerabilidade externa do país, tiveram déficit de US$ 1,09 bilhão, resultado melhor que o registrado no mês de julho (US$ 2,111 bilhões). No ano, no entanto, o déficit atinge US$ 20,6 bilhões –no mesmo período de 2007, o resultado era um superávit de US$ 3,045 bilhões.

“Em agosto, a deterioração do cenário financeiro internacional não chegou a contaminar de forma significativa as contas externas brasileiras”, avalia o Iedi (Instituto de Estudos para Desenvolvimento Industrial), em boletim. “Em setembro, o aprofundamento da crise, após a concordata do Lehman Brothers e o resgate da AIG, certamente terá efeitos negativos (e mais abrangentes) sobre o ingresso de recursos externos”, acrescenta a área de análise econômica do

Comentários sobre os “videos” de WEB

Notícia

Manchete: Mercados Europeus operam em baixa.

Notícia retirada do telejornal “em cima da hora” do canal por assinatura Globo News.

Disponível em :http://video.globo.com/Videos/Player/Noticias/0,,GIM883252-7823-MERCADOS+EUROPEUS+OPERAM+EM+BAIXA,00.html. Notícia do dia 16-09-2008

Detalhes da disposição da notícia no site:

Possibilidades interativas:

· Possibilidade de enviar o link da notícia por e-mail

· Possibilidade de qualificar a qualidade e relevância do vídeo através de “estrelas”.

· Possibilidade de rever o material e também de selecionar o trecho a ser revisto.

· Há disponível uma lista de videos relacionados a matéria como link para outras informações e/ou complementares.

Impossibilidades:

· Impossibilidade de escrever comentários sobre a notícia em questão e também sobre outras relacionadas.

· Inexistência de links relacionados ao assunto, que não sejam videos produzidos pela emissora. Detalhe: os links estão relacionados apenas a outros videos.

· Inexistência de links de material de texto, mesmo que oriundos de veículos da própria emissora.

A nota coberta:

Tratando-se das baixas nos mercados Europeus em conseqüência da crise nos EUA, as informações são dadas através de um correspondente especial em Londres que fala ao vivo por telefone.

A nota coberta é editada com imagens da bolsa de valores de Frankfurt na Alemanha, onde a câmera faz o total de apenas 3 movimentos de zoom durante os 1 min e 45 seg da reportagem. Finalizando em um plano detalhe.

A nota coberta, montada para ser exibida no telejornal “em cima da hora” do canal por assinatura Globo News, não sofreu nenhuma alteração para ser exibida na web.

Se tratando da web, o material é pobre. Mesmo sendo uma matéria curta, enquanto o repórter descreve a situação de inclusão de dinheiro no mercado feita pelos bancos e oscilação do mercado de capitais. Quando passa a tratar da quantidade de pontos de variação do mercado poderia utilizar gráficos de comparação na tela, ao invés de imagens estáticas da bolsa que não trazem informação alguma.

Quanto ao texto do repórter, não considero um bom formato para web por dois motivos principais. O primeiro, por ser extenso e pouco objetivo. O segundo, por não citar fontes de informação que poderiam ser “links” de busca de complementos caso o espectador esteja interessado em buscar. Na minha avaliação, o fato de o repórter citar as fontes oficiais das informações não compromete ser trabalho, já que se trata de economia global e não há no respectivo caso informações que não esteja ao acesso de outros repórteres.

E é conseqüentemente valorizado pelo espectador interessado justamente pela riqueza de dados.